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 19 03 RDT NTU oferece oportunidade NoticiaA NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos) está com oportunidades abertas para profissionais interessados em atuar nas áreas de transporte e análise de dados, com vagas para os cargos de Analista Técnico de Transporte e Analista Técnico de Dados.

 

As posições são voltadas a candidatos com perfil analítico, interesse em mobilidade urbana e capacidade de trabalhar com dados e informações estratégicas para o setor de transportes.

 

Os profissionais selecionados terão a oportunidade de atuar em projetos relevantes, contribuindo para o desenvolvimento e aprimoramento do sistema de transporte urbano no Brasil.

Os requisitos, atribuições e demais informações sobre as vagas estão disponíveis nos documentos anexos.

 

Confira todos os detalhes de Analista Técnico de Transporte AQUI e Analista Técnico de Dados AQUI.

06 03 RDT Oportunidade Logit Noticia 1A LOGIT Engenharia Consultiva está com inscrições abertas para o Programa de Estágio e Programa para Recém-Formados – 2º semestre de 2026, oferecendo oportunidades para estudantes e profissionais interessados em atuar em projetos de mobilidade e infraestrutura com impacto real em cidades e negócios ao redor do mundo.

 

O programa busca talentos das áreas de Engenharia Civil, Engenharia de Transportes ou áreas correlatas, proporcionando experiência prática em projetos estratégicos e no desenvolvimento de soluções voltadas à mobilidade urbana e infraestrutura.

 

Programa de Estágio

 

Podem participar estudantes a partir do 8º semestre da graduação nas áreas relacionadas. Entre os requisitos estão:

  • Inglês avançado (nível B2, que será avaliado);
  • Disponibilidade mínima de 20 horas semanais;
  • Atuação em modelo híbrido de trabalho, com base em São Paulo (SP).

 

Programa para Recém-Formados

 

Também estão abertas vagas para profissionais formados há até dois anos em Engenharia Civil, Engenharia de Transportes ou áreas afins. Os candidatos devem apresentar:

  • Inglês avançado (B2);
  • Disponibilidade para atuação em modelo híbrido em São Paulo (SP);
  • Mestrado em andamento será considerado um diferencial.

Os participantes terão a oportunidade de atuar em projetos relevantes de mobilidade e infraestrutura, contribuindo para o desenvolvimento de soluções que impactam diretamente o planejamento urbano e o setor de transportes.

 

Prazo para inscrições: até 31 de março de 2026
Inscrições AQUI

 

A iniciativa representa uma excelente oportunidade para estudantes e jovens profissionais que desejam iniciar ou consolidar sua carreira em consultoria de engenharia, mobilidade e planejamento de transportes.

22 12 RDT Mulheres ocupam só 17 NoticiaA presença feminina no setor de transporte continua limitada e abaixo da média em áreas como operação, gestão e direção de veículos, apesar de iniciativas e debates recentes que buscam ampliar essa participação. Um painel realizado durante o evento Rio de Transportes, no Museu do Amanhã, trouxe especialistas à discussão sobre os desafios e barreiras enfrentados por mulheres nessa área historicamente dominada por homens. 

 

De acordo com a diretora de Mobilidade Urbana da Semove, Richele Cabral, as mulheres ocupam apenas 17% da força de trabalho no setor de transportes da Região Metropolitana do Rio de Janeiro um índice que reflete tanto dificuldades de acesso quanto desafios culturais e estruturais. Além disso, somente 4% das habilitações na categoria D, exigidas para dirigir ônibus, pertencem a mulheres, segundo os dados apresentados no encontro.

 

Especialistas apontam que fatores culturais, falta de infraestrutura adequada e práticas organizacionais pouco acolhedoras contribuem para a baixa participação feminina no setor. Entre os principais obstáculos citados estão:

  • Ausência de instalações adequadas, como vestiários e banheiros femininos ao longo das rotas; 
  • Escalas de trabalho que não consideram responsabilidades familiares, o que dificulta a conciliação com cuidados que recaem majoritariamente sobre as mulheres; 
  • Ambientes marcados por discriminação e pouca representatividade, o que desencoraja candidaturas e permanência das profissionais. 

 

Esses desafios não são exclusivos do Rio: dados nacionais já mostraram que a representatividade feminina no setor está em patamares semelhantes em outras regiões, com cerca de 17% das vagas ocupadas por mulheres em todo o Brasil nos últimos anos. 

 

Iniciativas e perspectivas

Durante o painel “Mulheres que Transformam a Mobilidade”, foi destacado o movimento NTU Mulher, uma iniciativa nacional focada em promover metas, programas de capacitação e adaptação de infraestrutura para incentivar a entrada e retenção de mulheres no transporte público. 

 

Representantes de entidades do setor também defenderam ações estruturadas para criar caminhos que aumentem a participação feminina em todos os níveis desde funções operacionais até posições de liderança e tornem o ambiente de trabalho mais inclusivo e seguro para as profissionais.

 

Especialistas afirmam que, sem mudanças profundas nas condições de trabalho e nas políticas de diversidade, o setor continuará a enfrentar desigualdades significativas de gênero, não apenas em números, mas também em oportunidades de crescimento e qualidade de emprego para as mulheres.

 

Fonte: Diário do Rio

22 12 RDT Rápido barato e perigoso NoticiaUma pesquisa inédita do Programa de Engenharia de Transportes da Coppe/UFRJ revelou que 97% dos entrevistados utilizam motocicletas para se deslocar no dia a dia, seja em veículo próprio, por aplicativo ou mototáxi. O estudo foi realizado com 2.616 pessoas em 22 municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, entre os meses de junho e agosto deste ano, e mostra o peso da rapidez nas escolhas de mobilidade urbana, mesmo diante dos riscos envolvidos.

 

Segundo os resultados, o menor tempo de viagem é o principal motivo que leva a população a optar pela moto. Para muitos, esse modal oferece uma alternativa ao trânsito pesado e à lentidão dos transportes coletivos, principalmente em trajetos diários entre casa, trabalho, estudo ou compromissos pessoais.

 

A pesquisa também indica que 78% dos entrevistados afirmaram que migrariam para o transporte público se os deslocamentos fossem mais rápidos e eficientes ressaltando a importância de melhorias na oferta e no desempenho dos ônibus e demais modais coletivos.

 

Os riscos e desafios da mobilidade sobre duas rodas

Apesar da popularidade, os riscos associados ao uso da motocicleta são evidentes. A maioria dos usuários reconhece que pilotar ou viajar de moto pode ser perigoso fato que especialistas e autoridades de trânsito têm destacado, em meio a dados que apontam aumento nos acidentes envolvendo motociclistas em todo o estado.

 

Dados de outras fontes mostram que o número de acidentes com motos no Rio de Janeiro tem crescido, com milhares de atendimentos hospitalares registrados ao longo de 2025. Em média, unidades de saúde atendem dezenas de vítimas de acidentes de moto por dia, pressionando a rede pública e privada de atendimento.

 

Impactos da infraestrutura e alternativas para o futuro

O estudo destaca que as deficiências no transporte público como longos tempos de espera, lotação, falhas de integração e custo influenciam diretamente a preferência pelo modal individual. Melhorias na infraestrutura de transporte coletivo, como corredores exclusivos para ônibus, ajuste de rotas e maior frequência, podem aliviar parte dessa demanda por motorização individual e tornar os deslocamentos mais seguros e eficientes.

 

Especialistas ouvidos apontam que o cenário atual reflete desafios maiores da mobilidade urbana: além da rapidez e do custo, a sensação de segurança e previsibilidade dos deslocamentos é decisiva para a escolha modal. Investimentos em infraestrutura, fiscalização e políticas públicas integradas são vistos como essenciais para reduzir a dependência de motos e melhorar a segurança no trânsito da região.

 

Fonte: O Globo

22 12 RDT Pesquisa da UFRJ NoticiaUm estudo recente revela que moradores da Região Metropolitana do Rio de Janeiro estão cada vez mais priorizando as motocicletas como meio de transporte, principalmente pela rapidez e versatilidade no trânsito. A pesquisa, coordenada pela Coppe/UFRJ, entrevistou 2.616 pessoas entre junho e agosto e mostra que a questão do tempo de deslocamento tem se tornado um fator decisivo para essa escolha. 

 

Segundo o levantamento, muitos passageiros estariam dispostos a abandonar o transporte coletivo se os deslocamentos fossem mais rápidos. 78% dos entrevistados afirmaram que trocariam a moto pelo ônibus caso o tempo de viagem fosse reduzido, enquanto 42% disseram que fariam a mudança se a viagem fosse até cinco minutos mais curta. Já 24,18% considerariam a troca mesmo com o tempo de deslocamento igual.

 

O cenário acontece em meio a um contexto urbano mais complexo. Dados de fontes locais mostram que a presença de motos nas ruas do Rio tem sido cada vez maior, acompanhada de desafios no trânsito e na segurança. Estudos apontam que acidentes envolvendo motociclistas têm aumentado em diferentes recortes com registros de centenas de atendimentos diários nas unidades de saúde e crescimento nas ocorrências de colisões e quedas no estado. 

 

Especialistas ressaltam que, embora as motos ofereçam uma alternativa mais ágil diante do trânsito pesado da cidade, os riscos no trânsito são uma preocupação crescente, com números de acidentes e vítimas nos últimos anos mantendo tendência de alta nas estatísticas nacionais e locais. 

 

A preferência por motos reflete também transformações na mobilidade urbana carioca: a busca por opções mais rápidas frente à lentidão dos transportes coletivos e aos desafios da infraestrutura viária tem impulsionado o uso de veículos leves, apesar dos debates sobre segurança e regulamentação no trânsito da cidade.

 

Fonte: Veja Rio

22 12 RDT Passageiros optam NoticiaUma pesquisa realizada pela Coppe/UFRJ, com base em 2.616 entrevistas em 22 municípios da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, mostrou que usuários estão abandonando o transporte coletivo em favor das motos, sejam próprias ou usadas por aplicativos. O principal motivo é o tempo excessivo gasto nos deslocamentos urbanos.

O estudo revela que essa migração ocorre mesmo com o reconhecimento dos riscos associados ao uso de motos 57% dos entrevistados afirmam sentir-se inseguros nesse modal. Ainda assim, a agilidade e a conveniência têm prevalecido sobre preocupações com segurança. 

Quando questionados sobre a possibilidade de voltar a utilizar o transporte coletivo, 78% dos usuários disseram que trocariam a moto pelo ônibus se o tempo de viagem fosse mais curto. Destes: 42% aceitariam a mudança com até cinco minutos a menos no trajeto, 24,18% se o tempo fosse equivalente, e 11% com uma redução de 15% no tempo de deslocamento

O levantamento também destacou que 74% das viagens de moto duram até 20 minutos e a maioria custa até R$ 10 por deslocamento. Cerca de 65% dos entrevistados usam a moto mais de três vezes por semana

Do ponto de vista geográfico, as origens mais comuns dos deslocamentos com moto foram Baixada Fluminense (28%), Leste Fluminense (19%), Zona Norte (18%), Zona Oeste (12%), Centro (11%) e Zona Sul (5%)

Os pesquisadores destacam que a maioria dos usuários (98%) poderia usar outros meios de transporte, com o ônibus citado por 67% como principal alternativa. Contudo, as escolhas são guiadas principalmente pelo tempo de viagem e pela praticidade.

Como solução, o estudo recomenda priorizar o transporte público, com medidas como criação de faixas exclusivas e preferenciais para ônibus, melhor integração entre modos de transporte, maior regularidade e oferta de serviços, e reforço da segurança em pontos e terminais estratégias que poderiam reduzir os tempos de viagem e reverter parte dessa migração.

 

Fonte: Diário do Transporte

17 12 RDT Lentidão do transporte NoticiaUma pesquisa inédita realizada pela Coppe/UFRJ revela que a lentidão e a falta de eficiência no transporte público da Região Metropolitana do Rio de Janeiro têm motivado um número crescente de moradores a optar pelas motocicletas como principal meio de deslocamento, seja em veículos próprios ou por meio de aplicativos de transporte. 


O estudo mostra que a busca por agilidade nos deslocamentos tem pesado mais que a segurança no trânsito: cerca de 78% dos entrevistados afirmam que voltariam a utilizar o transporte coletivo se as viagens fossem mais rápidas. Apesar de 57% relatarem sentir-se vulneráveis ao pilotar motocicletas, inclusive com experiências de acidentes, a rapidez no trajeto tem sido determinante na escolha pelo modal de duas rodas. 

Segundo o levantamento, a maioria dos deslocamentos realizados de moto tem duração de até 20 minutos, com usuários gastando em média até R$ 10 por trecho e utilizando o veículo mais de três vezes por semana. As regiões com maior demanda por esse tipo de deslocamento incluem a Baixada Fluminense, o Leste Fluminense e a Zona Norte do Rio, áreas tradicionalmente marcadas por um transporte público mais lento ou irregular. 

Os pesquisadores também avaliaram o que poderia convencer os motociclistas a retornarem ao transporte coletivo. Muitos afirmam que retornariam caso o ônibus oferecesse redução no tempo de viagem, ou se o trajeto levasse o mesmo tempo que de moto e há ainda quem só migre de volta com uma diminuição ainda maior no tempo gasto. No total, 98% dos entrevistados dizem estar dispostos a usar outros meios de transporte, com destaque para o ônibus como alternativa mais citada.
 

Os especialistas envolvidos no estudo destacam que políticas de mobilidade urbana que priorizem o transporte coletivo são essenciais para reverter o cenário atual. Entre as propostas estão a expansão de corredores exclusivos para ônibus, maior integração entre modais, regularidade nos horários e melhorias na infraestrutura e segurança nos pontos de embarque. 

A pesquisa, intitulada “Motivações e racionalidades pela escolha da motocicleta como meio de transporte individual na Região Metropolitana do Rio de Janeiro”, será apresentada no evento técnico Rio de Transportes, realizado no Museu do Amanhã, no dia 5 de dezembro de 2025.

 

Fonte: Diário do Rio

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